Sejam bem vindos ao Blog da Profª Sueli

" "Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente."

Rubem Alves

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terça-feira, 2 de setembro de 2008

O Mito Vargas


Getúlio Vargas é, com toda a certeza, um dos maiores nomes do cenário político brasileiro do século XX. Sua presença e força políticas atravessaram as décadas de 1920, 1930, 1940 e 1950, instalando-se como referência inquestionável após o suicídio, ocorrido em 24 de agosto de 1954. Vargas, durante essa longa trajetória, foi sendo identificado tanto por suas surpreendentes qualidades de estadista – coragem, sabedoria, ousadia –, como por suas características de "homem comum" – simpatia, malandrice, simplicidade –, facetas que o aproximavam ao mesmo tempo dos grandes líderes de seu tempo e do povo brasileiro, o "seu" povo. Ficou conhecido como o "pai dos pobres", o protetor dos trabalhadores, mas também como o presidente em cujo governo trabalhadores foram presos, torturados e até mortos.

Mitos políticos são construções modernas, possíveis quando a política se torna uma atividade central para uma sociedade e quando as "massas" se tornam um ator necessário, porém temido. Mitos políticos, especialmente quando assumem a forma de uma personalidade, cumprem o papel de guias para o povo, devendo ser facilmente reconhecidos e seguidos – nesse sentido Getúlio Vargas foi um grande mito, construído no contexto das décadas de 1930-1940, quando o Brasil se tornava uma sociedade urbano-industrial, entrava na era dos meios de comunicação de massa e não podia mais desconhecer os graves problemas socioeconômicos que inquietavam sua população havia décadas. Mitos políticos exigem intensa e sofisticada propaganda governamental, mas é preciso que o que está sendo propagado faça sentido para a população receptora, vinculando-se à sua experiência de vida, seja direta, seja indiretamente. A construção de um mito, portanto, não é mera obra de mistificação. Por isso, a trajetória política de Vargas é uma excelente oportunidade para pensar sobre as relações entre representantes e representados, sem aceitar a idéia recorrente de que o povo brasileiro é "ingênuo" e continuamente enganado por políticos "cínicos", que defendem apenas interesses pessoais.

Examinemos a história da construção do mito Vargas. Ela certamente começou com a Revolução de 1930. Nesse momento, Vargas era apenas um de um conjunto líderes, embora fosse aquele que iria assumir a chefia do Estado. Pode-se então verificar que a figura de Vargas começa a ser trabalhada como exemplo de presidente quando ele ainda é o chefe do Governo Provisório (1930-1934) e, a seguir, o presidente constitucional do país (1934-1937). A partir daí, a propaganda em torno de seu nome e das realizações de seu governo não param de aumentar. Entretanto, foi só após o golpe do Estado Novo que a preocupação com a construção do mito Vargas chegou a seu auge. Como o regime era autoritário, a intensa propaganda se beneficiou muito da censura, dirigida a todos e a tudo que pudesse ser considerado danoso ao regime e a Vargas. Durante o Estado Novo, cresceram lado a lado propaganda e repressão, quer esta se manifestasse através dos instrumentos da repressão física direta, quer assumisse as feições, nem sempre muito sutis, da censura e também da autocensura.

Diretamente envolvidos no esforço de divulgação da figura de Vargas, estavam o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio e também o Ministério da Educação e Saúde. Um tripé que apontava para a centralidade das políticas sociais do regime, mas que também se preocupava em veicular mensagens que causassem impacto pela qualidade e pela diversificação dos recursos a que recorriam. Esses órgãos do aparelho de Estado revelam claramente o tipo de imagem que Vargas desejava criar junto à população. Ela devia ser a de um presidente especialmente atento à situação dos trabalhadores do Brasil e, com igual ênfase, à situação das mulheres/mães, dos jovens e das crianças, que garantiriam o futuro do país. Dessa forma, Vargas materializava um modelo de presidente voltado para a criação e a implementação dos novos direitos sociais do povo brasileiro, que constituíam o coração e o sentido da cidadania social, então preconizada. Esse presidente queria inaugurar um novo tempo nas relações entre Estado e Sociedade no Brasil: elas deviam ser diretas – através de cartas e de cerimônias cívicas –, sem quaisquer intermediários. Povo e presidente deviam estar próximos, deviam confiar um no outro.

Não é casual, por conseguinte, que as ameaças à liderança de Vargas, em meados dos anos 1950, tenham sido entendidas pela população brasileira, especialmente pelos pobres e trabalhadores, como uma ameaça ao presidente que havia enxergado o povo e aos direitos sociais aos quais seu nome sempre esteve ligado. Também não foi por acaso que esse povo chorou e se revoltou com a notícia de seu suicídio, atacando os antigetulistas e surpreendendo a muitos com sua raiva e sua dor. Para lidar com a política e os mitos políticos, é preciso entender que eles não cabem em esquemas simples e maniqueístas, e que sempre perdemos muito ao tentar fazer isso. Vargas é, nessa perspectiva, um exemplar mito político.

Ângela de Castro Gomes

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A história do voto no Brasil

Eleições no Brasil
Antonio Carlos Olivieri
Eleições diretas ou indiretas, e a cargos muito variados, ocorrem em nosso território há cerca de cinco séculos. Vale a pena conhecer a história do voto no Brasil e saber como esse direito, que já foi restrito a muito poucos, se estendeu aos cerca de 125 milhões de eleitores atuais.

História do voto no BrasilData de 1532 a primeira eleição aqui organizada. Ela ocorreu na vila de São Vicente, sede da capitania de mesmo nome, e foi convocada por seu donatário, Martim Afonso de Souza, visando a escolher o Conselho administrativo da vila. Na verdade, durante todo o período colonial, as eleições no Brasil tinham caráter local ou municipal, de acordo com a tradição ibérica.
Eram votantes os chamados "homens bons", expressão ampla e ambígua, que designava, de fato, gente qualificada pela linhagem familiar, pela renda e propriedade, bem como pela participação na burocracia civil e militar da época. A expressão "homens bons", posteriormente, passou a designar os vereadores eleitos das Casas de Câmara dos municípios, até cair em desuso. As Câmaras acumulavam, então, funções executivas e legislativas.
Cortes PortuguesasSomente um ano antes da proclamação da Independência, em 1821, ocorreu a primeira eleição brasileira em moldes modernos. Elegeram-se os representantes do Brasil para as Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, após a Revolução Constitucionalista do Porto e a volta do rei dom João 6º. a Portugal, em 1820.Desde 1808, dom João governava o Império português a partir do Brasil, devido a invasão da península Ibérica por Napoleão Bonaparte. Nesse período o Brasil perdeu a condição colonial, tornando-se Reino Unido a Portugal e Algarves. Desse processo, como se sabe, resultou a proclamação de nossa Independência por dom Pedro 1º. E, com ela, uma nova ordenação jurídica e política, que apresentava, naturalmente, novas regras eleitorais.
Durante o ImpérioA primeira Constituição brasileira, outorgada por dom Pedro 1º. Em 1824, definiu as primeiras normas de nosso sistema eleitoral. Ela criou a Assembléia Geral, o órgão máximo do Poder Legislativo, composto por duas casas: o Senado e a Câmara dos Deputados - a serem eleitos pelos súditos do Império.O voto era obrigatório, porém censitário: só tinham capacidade eleitoral os homens com mais de 25 anos de idade e uma renda anual determinada. Estavam excluídos da vida política nacional quem estivesse abaixo da idade limite, as mulheres, os assalariados em geral, os soldados, os índios e - evidentemente - os escravos.
Outra característica interessante do voto no império era que as votações inicialmente ocorriam em quatro graus: os cidadãos da província votavam em outro eleitores, os compromissários, que elegiam os eleitores de paróquia que, por sua vez, elegiam os eleitores de comarca, os quais, finalmente, elegiam os deputados. Quanto aos senadores, basicamente eram nomeados pelo imperador.
Posteriormente o sistema foi simplificado para dois graus, com eleitores de paróquia e de província, até que em 1881, a Lei Saraiva introduziu o voto direto, mas ainda censitário. Desse modo, até o fim do Império, somente 1,5% da população brasileira tinha capacidade eleitoral.
Na RepúblicaNinguém pense que a República modificou rapidamente esse quadro. Na primeira eleição para direta para presidente da República, em 1894, Prudente de Morais chegou ao poder com cerca de 270 mil votos que representavam quase 2% da população brasileira da época.
A ampliação do direito de voto a um número cada vez maior de brasileiros aconteceu ao longo do século 20. O voto feminino, por exemplo, data de 1932 e foi exercido pela primeira vez em 1935. Em função da ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945), porém, as mulheres só voltaram a votar em 1946.
Vale lembrar que a ditadura de Vargas e a dos militares de 64 privaram o eleitorado nacional do voto para presidente por nove vezes e que, em 117 anos de República com 34 presidentes, somente 16 se elegeram pelo voto direto.
Quem vota hoje
Até a Constituição de 1988, o voto era um direito negado aos analfabetos, um percentual significativo da população, sem falar dos soldados e marinheiros. Não deve causar surpresa, portanto, o fato de presidentes eleitos com números expressivos, como Jânio Quadros, que obteve quase 6 milhões de votos em 1960, terem participado de eleições que mobilizaram somente 10% da população do país.
A partir de 1988, com a Constituição que continua em vigor, o eleitorado aumentou consideravelmente, e veio a ultrapassar a casa dos 100 milhões. Atualmente, o voto é obrigatório para todo brasileiro com mais de 18 anos e facultativo aos analfabetos e para quem tem 16 e 17 anos ou mais de 70 anos. Estão proibidos de votar os estrangeiros e aqueles que prestam o serviço militar obrigatório.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Rússia X Geórgia

Rússia versus Geórgia

O que está em jogo na guerra do Cáucaso

Antonio Carlos Olivieri
Ainda não terminou por completo a guerra entre a Rússia e a Geórgia, iniciada em 8 de agosto. O conflito ocorreu em função do projeto separatista da Ossétia do Sul e da Abkházia, mas está relacionado a problemas étnicos e nacionais que datam da dissolução da União Soviética.
Repete-se no Cáucaso o que já havia acontecido nos Bálcãs, com a independência do Kosovo, em fevereiro de 2008, que estava relacionada à dissolução da Iugoslávia. Por isso, para entender o conflito russo-georgiano, é necessário levar em consideração outros eventos ocorridos anteriormente nessa região geográfica em que Europa e Ásia se limitam.
Em primeiro lugar, convém recordar o que era a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, uma federação criada em 1922, ao fim da guerra civil desencadeada pela Revolução Russa. A Revolução implantou o socialismo no Império russo, que incluía a Rússia, a Ucrânia, a Bielorússia (atual Belarus) e a Transcaucásia (Armênia, Azerbaijão e Geórgia). Gradualmente, a URSS chegou a abranger 15 repúblicas, até 1991 quando o regime socialista entrou em colapso.
Colapso da URSS
Ainda antes que isso acontecesse, em 1989, a região da Ossétia do Sul havia declarado autonomia em relação à República Socialista Soviética da Geórgia, aproximando-se da Rússia, que dominava a União Soviética. Com a dissolução da URSS, em 1991, a Geórgia tornou-se uma república independente. A Ossétia do Sul procurou seguir pelo mesmo caminho, proclamando sua independência em relação à Geórgia.
Disso resultou uma guerra entre a Geórgia e a Ossétia do Sul que se estendeu até 1992. A Rússia intermediou a paz entre as duas. A atuação russa, porém, estava condicionada por seus interesses nacionais, que implicam intenções de transformar em área de influência russa tanto a Ossétia do Sul quanto a própria Geórgia.
No que se refere à Ossétia do Sul, a Rússia chegou a distribuir passaportes russos para os ossetianos, de modo a poder declarar que sua intervenção na região tinha como objetivo a proteção de cidadãos russos. Desde a presidência de Vladimir Putin, quando emergiu do caos posterior ao colapso soviético e se tornou uma potência emergente, a Rússia anseia por retomar a posição hegemônica que ocupou na Europa e no Cáucaso, nos tempos de URSS.
A Geórgia, por sua vez, caminhava no sentido contrário às ambições russas, particularmente a partir de 2004, com a eleição do presidente Mikhail Saakashvili, que tentou levar o país à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), além de se aproximar dos Estados Unidos, de modo a escapar ao poderio russo.
Kosovo e Otan
A proclamação de independência do Kosovo, em relação à Sérvia, foi a deixa que a Ossétia do Sul esperava para retomar suas pretensões separatistas. Ao mesmo tempo, a tentativa georgiana de entrar para a Otan foi a deixa que a Rússia esperava para apoiar a independência da Ossétia do Sul, baseada também no fato de a região abrigar grande número de "cidadãos russos".
No entanto, se o caldeirão está fervendo há tanto tempo, o que levou a Geórgia a agir exatamente em agosto de 2008, mandando suas tropas para a Ossétia do Sul? Um analista do jornal britânico "The Guardian", lembra que o presidente Saakashvili está enfrentado uma crise econômica e uma fase de impopularidade.Com a invasão da Ossétia do Sul, ele estaria resolvendo um problema nacional pendente há anos e conquistaria o apoio popular, a pretexto de enfrentar o inimigo externo. Além disso, Saakashvili não contava com uma reação russa, certo de que Putin não teria coragem de enfrentar militarmente um aliado dos Estados Unidos.
Cessar-fogo
Como se viu, faltou combinar a jogada com os russos. Estes reagiram duramente à ação georgiana, independentemente dos protestos dos norte-americanos. A Rússia aceitou em 12 de agosto o cessar-fogo negociado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, em parte porque já atingiu seus objetivos, mostrando ao mundo que está disposta a lutar para manter a hegemonia sobre a região.
Cacife não lhe falta para isso: além de riquezas provenientes do gás e do petróleo, a Rússia mantém quase um monopólio do fornecimento de energia para a Europa. Conta ainda com um milhão de soldados, milhares de ogivas nucleares e o terceiro maior orçamento militar do mundo.Desse modo, as tropas de Putin e seus aliados ossetianos ainda não estão respeitando o cessar-fogo: atrocidades continuam sendo cometidas contra os georgianos. "Ai dos vencidos", disse o ditador romano Júlio César, há mais de dois mil anos.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/atualidades/guerra-russia-georgia.jhtm - acesso em 26/08/2008.

sábado, 23 de agosto de 2008

Eleições 2008 - Fique ligado.

ORAÇÃO AO POCOTÓ
Luciano Pires

Senhor fazei de mim um instrumento contra o pocotó.
Onde houver burrice que eu leve a sabedoria;

Onde houver certeza, que eu instaure a dúvida;

Onde houver rancor, que eu leve a união;

Onde houver medo, que eu propague a fé;

Onde houver conformismo, que eu introduza a indignação;

Onde houver desespero, que eu chame a esperança;

Onde houver tristeza, que eu promova a alegria;

Oh! Mestre, fazei com que eu procure mais pensar do que ser pocotizado, compreender do que ser enganado, desasnar do que ser asnado, pois é dando que se recebe, é pocotizando que se é pocotizado, e é pensando que se nasce para a vida eterna.Amém.




quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Notícias de SBCampo

Idéias
Publicação:19/8/2008
Concurso Melhore ainda Mais São Bernardo premia estudantes do município
Saulo Leiteda - redação



O prefeito de São Bernardo participou da solenidade de entrega aos vencedores do Concurso Melhore Ainda Mais São Bernardo, que este ano foi organizado por uma comissão de educadores. No total, concorreram 750 alunos que desenvolveram 326 projetos envolvendo temas em três categorias: ensino fundamental II com o tema Planejamento Urbano; ensino médio, técnico, profissionalizante e supletivo com o tema Geração de Emprego; e ensino superior com o tema desenvolvimento Econômico e Sustentável.


Na categoria Ensino Fundamental II dois grupos do Colégio Anchieta ficaram em primeiro e terceiro lugares, e o SESI alcançou a segunda colocação. No Ensino Médio, Técnico, Profissionalizante e Supletivo, o Colégio Stagio foi o grande destaque por ter alcançado as três primeiras colocações. Já no Ensino Superior, a primeira colocação ficou com a Faculdade São Bernardo, em segundo a Faculdade Senai de Tecnologia Ambiental e, em terceiro lugar, a Faculdade Anchieta. A premiação em dinheiro foi de R$ 2.700, R$ 1.620 e R$ 1.080 aos primeiros colocados do Ensino Fundamental e Superior. Os três melhores grupos do Ensino Médio do Colégio Stagio receberam 100% de bolsa de estudo para o curso superior escolhido, na Universidade Metodista.

Fonte: http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=noticia_completa&ref=4213&qt1=0 - acesso em 20/08/2008.
O prefeito elogiou o concurso, pois as novas idéias apresentadas para melhorar a cidade serão fundamental para a Administração. A primeira dama ressaltou o trabalho da comissão e gostou da animação dos alunos durante o evento e propôs que no ano que vem se crie até uma categoria para premiar a melhor torcida, pois a vibração foi muito grande. A secretária de Educação e Cultura destacou a criatividade dos trabalhos apresentados, consideradas até inusitadas, e muito úteis para São Bernardo para encontrar soluções e cada vez mais melhorar a vida em nosso município.


O concurso foi criado em 2006. A proposta é aproximar a comunidade escolar das questões do município, estimulando jovens e adultos, a participarem da construção de ações e projetos. Os projetos podem ser desenvolvidos individualmente ou em grupos de até quatro alunos da mesma instituição de ensino. Os estudantes devem criar ações ainda não implementadas na cidade, e as propostas são analisadas e pontuadas pelo júri seguindo os critérios de idéia e viabilidade técnica e econômica. Os projetos devem conter capa, contracapa, apresentação, justificativa, objetivo, desenvolvimento e conclusão. Em outubro de 2007, o prefeito e a presidente do Fundo Social de Solidariedade passaram a coordenação do concurso à comissão de educadores.

sábado, 16 de agosto de 2008

Concurso Melhore Ainda Mais SBCampo - Parabéns Marina!!

Só quando acreditamos no nosso potencial é que as coisas se tornam possíveis. Na tarde de hoje, como diria Raul Seixas, descobrimos que "sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade".
Participar do concurso Melhore ainda mais SBC e ficar com o 2º lugar na categoria Ensino Fundamental II foi realmente fantástico, por isso, gostaria de parabenizar a todos os alunos que participaram do concurso enviando os seus projetos para melhorar a cidade e em especial a aluna Marina - Ciclo IV - Inicial "A", por ter feito o segundo mehor projeto do ano.


Não basta ser pais... tem que participar



Edi e Josi... hoje foi o dia da nossa Escola


A dona do cheque e do 2º melhor projeto do concurso


A Profª. orgulhosa... Lembra de quando eu disse: EU ACREDITO.




A garotada...



Valeu meninas!!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Kika em... De onde vem? O dia e a noite

Esta postagem é uma homenagem a minha querida aluna Kika, ou melhor, Camila (8ªB) a especialista da série De onde vem? da TV Cultura

Agora é com você Kika - ki + mila = Kamila... lalalalala!!!

História das Olimpíadas

Galera,

Estou deixando algumas indicações de sites sobre a História das Olimpíadas, aproveitem as dicas e bons estudos.

http://pequim.espn.com.br/espn/site/olimpiadas/historiaolimpiadas/
http://www.quadrodemedalhas.com/olimpiadas/historia-dos-jogos-olimpicos.htm
http://pessoal.educacional.com.br/up/47100001/1220879/t174.asp
http://www.birafitness.com/histdasolimpiadas.htm#origem
http://www.suapesquisa.com/olimpiadas/
http://www.coladaweb.com/edfisica/historia.htm
http://www.canalkids.com.br/esporte/olimpiadas/index.htm
http://www.ccibc.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=3117
http://jbonline.terra.com.br/editorias/esportes/papel/2008/08/06/Esportes20080806007.html
http://olimpiadas.uol.com.br/
http://www.painelbrasiltv.com.br/novo/Entrevistas/index.asp?Programa=21&Entrevista=606&TipoVideo=1
http://hypescience.com/15-fascinantes-fatos-sobre-as-olimpiadas-antigas/
http://super.abril.com.br/superarquivo/2004/conteudo_125254.shtml
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG63281-5856,00-SAIBA+MAIS+SOBRE+AS+OLIMPIADAS.html