Sejam bem vindos ao Blog da Profª Sueli

" "Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente."

Rubem Alves

Páginas

Mostrando postagens com marcador Indicações de Textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indicações de Textos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Asilo Político

Entenda o que são asilo político e refúgio

Manuela Martinez*

Uma cena foi comum no segundo semestre de 2007, envolvendo artistas e atletas cubanos em visita ao Brasil: deserções e pedidos de refúgio ou asilo político ao Ministério da Justiça. Em dezembro de 2007, o governo garantiu proteção provisória (até o julgamento do caso pela Coordenação-Geral do Comitê Nacional para os Refugiados) para os músicos Miguel Ángel Costafreda, Arodis Verdecia Pompa e Juan Alcides Díaz.

Os artistas cubanos haviam desaparecido durante uma turnê em Pernambuco e, depois, formalizaram pedido de refúgio ao Ministério da Justiça, alegando perseguição do governo cubano. Com a proteção provisória, eles têm liberdade para circular no país e podem, inclusive, tirar a carteira de trabalho.

Durante os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, realizados entre 13 e 29 de julho, o atleta Rafael D'Acosta Capote, da seleção de handebol, e Lázaro Lamelas, técnico da equipe de ginástica olímpica, desertaram da delegação e viajaram de táxi até São Paulo, onde ingressaram com um pedido de asilo político, aceito pelo governo.

Ainda durante o Pan-Americano do Rio, dois ídolos do boxe cubano, os campeões mundiais Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux, também desertaram, mas não tiveram a mesma sorte. Depois de fugirem da Vila Olímpica, os cubanos foram encontrados pela polícia na região dos Lagos (RJ), presos e deportados.

Na época, entidades de direitos humanos acusaram o governo brasileiro de ceder à pressão exercida pelo ditador Fidel Castro para repatriar os boxeadores. Uma comissão formada por políticos tentou impedir a saída dos cubanos do Brasil, sem sucesso. A Polícia Federal alegou que os boxeadores não tinham documentos e estavam ilegais no país.

Diferença entre asilo político e refúgio

Embora o asilo político e o refúgio tenham a mesma finalidade - permitir, legalmente, a um estrangeiro fixar residência em um outro país -, o Ministério da Justiça do Brasil tem explicações diferentes para ambos os casos. Segundo o ministério, o asilo político é destinado àqueles que se sentem perseguidos em seu país de origem.

O refúgio tem, por sua vez, o objetivo de proteger aqueles que tiveram de abandonar seu país porque sua vida ou liberdade estavam em perigo, por questões religiosas, raciais ou políticas. Historiadores e pesquisadores têm um consenso: o asilo é um instituto muito antigo, aplicado desde a Grécia Antiga. Os egípcios e os romanos também fizeram uso desse procedimento.

Para ingressar com o pedido de asilo, o estrangeiro deve procurar a Polícia Federal no local onde se encontra e prestar declarações, detalhando as perseguições que sofre em seu país. O processo, então, é encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores, que dá um parecer. A decisão final cabe ao ministro da Justiça. Caso o pedido seja aceito, o asilado é registrado junto à Polícia Federal, onde presta compromisso de cumprir as leis do Brasil e as normas de Direito Internacional.

A solicitação de refúgio começa na Polícia Federal, que analisa declarações que o solicitante presta à autoridade imigratória. O solicitante também deve preencher um questionário com todos os seus dados, qualificação profissional, grau de escolaridade, além de fundamentar o pedido apresentando os fatos que o levaram a tomar essa decisão.

Em seguida, o estrangeiro é entrevistado por um funcionário do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), órgão colegiado vinculado ao Ministério da Justiça, a quem cabe a decisão final. Tanto o asilo como o refúgio não estão sujeitos à reciprocidade e protegem indivíduos independentemente de sua nacionalidade. Nos dois casos, o beneficiado recebe documento de identidade e carteira de trabalho, além de ter os direitos civis de um estrangeiro residente no país.

sábado, 7 de novembro de 2009

A cor da cultura

"Nos próximos cliques, A Cor da Cultura vai levar você para cirandar entre muitas histórias fantásticas. Venha conhecer os Heróis de Todo Mundo, divertir-se nos capítulos dos Livros Animados, entrar em Ação (e quem sabe até se tornar um voluntário?), aprender lições incríveis numa aula Nota 10 e distribuir muitos Axés com o Mojubá."

"É o Brasil se mostrando em todas as suas cores."

Visite o site: http://www.acordacultura.org.br/

Muito interessante!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Indicação de site - Holocausto

O site http://www.arqshoah.com.br/ é uma homenagem às vítimas do holocausto e aqueles que salvaram ou foram salvos por alguém durante a II Guerra Mundial.

Vale a pena conhecer

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Revolução Francesa - Jogo Educativo

Especial para o Ciclo IV - Inicial...

Galera,

Aproveitem a dica e aprenda um pouco mais sobre a Revolução Francesa, jogando.


"O Tríade é um jogo sobre a Revolução Francesa. Misturando os gêneros RPG e Ação em Terceira Pessoa, a produção do jogo foi coordenada pela professora Lynn Alves e financiada pela FINEP."

Bara baixar o Tríade visite o site abaixo:

http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/triade/index.htm

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Década de 1920

Ciclo IV - Final...

Estou deixando algumas indicações de sites para realização de pesquisa sobre a década de 20.

http://www.cpdoc.fgv.br/nav_historia/htm/anos20/ev_arteecultura001.htm
http://veja.abril.com.br/historia/crash-bolsa-nova-york/indice.shtml
http://www.pitoresco.com.br/art_data/semana/index.htm
http://images.google.com.br/images?q=semana+de+arte+moderna&oe=utf-8&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&um=1&ie=UTF-8&ei=yJeMSrDkPMHVlAe2tvS6CA&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=4
http://www.cpdoc.fgv.br/nav_historia/htm/anos20/ev_arteecultura_semartemod.htm
http://almanaque.folha.uol.com.br/semana22.htm
http://www.mundoeducacao.com.br/historiadobrasil/o-tenentismo.htm
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=296
http://www2.tvcultura.com.br/aloescola/historia/cenasdoseculo/nacionais/tenentismo.htm
http://manequim.abril.com.br/moda/reportagem/reportagens_282373.shtml
http://www.klickeducacao.com.br/2006/conteudo/pagina/0,6313,-1243-9258-,00.
http://www.comunidademoda.com.br/moda-anos-20-historia-da-moda.html
http://almanaque.folha.uol.com.br/cronologia_20.htm
http://historia.abril.com.br/politica/lei-seca-lei-foi-porre-435533.shtml
http://www.passeiweb.com/saiba_mais/fatos_historicos/brasil_america/lei_seca
http://www.cpdoc.fgv.br/nav_historia/htm/anos20/ev_quesocial_pcb.htm

Boa pesquisa.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Independência dos EUA

Ciclo IV - Inicial - Textos complementares

Independência dos EUA

A falência do regime colonial na América

O movimento de independência dos Estados Unidos inaugurou a falência do regime colonial na América e influenciou, com seus ideiais, o crescimento da maior revolução da história ocidental: a Revolução Francesa.

Para entender o momento histórico que culminou na declaração da independência das 13 colônias inglesas na América, em 4 de julho de 1776, por Thomas Jefferson, é preciso, entretanto, compreender a colonização inglesa.

Colonização inglesa

No século 16, Portugal e Espanha eram as mais importantes potências da Europa, detentoras da descoberta do Novo Mundo. A preocupação mercantilista motivou a exploração do novo continente em busca de produtos tropicais e, principalmente, de metais preciosos. Os territórios considerados menos valiosos aos interesses ibéricos foram relegados, propiciando a investida dos países marginalizados pelo Tratado de Tordesilhas nessas regiões.

Colônia de Povoamento

Coube à Inglaterra, no século 17, a colonização da costa litorânea atlântica do atual território dos Estados Unidos. A formação das 13 colônias inglesas da América processou-se de forma bastante diferente dos interesses ibéricos que visavam, primordialmente, à exploração de riquezas naturais para o abastecimento de seus mercados. A conturbada situação política e religiosa da Inglaterra nesse período, marcada por violentas perseguições, provocou a fuga de dissidentes puritanos que buscavam na América uma nova atmosfera e uma oportunidade de enriquecimento. Assim, fundaram no norte dos EUA a Nova Inglaterra.

Criou-se ali uma cultura de subsistência, baseada na pequena proriedade, usando mão-de-obra livre e assalariada. Já a colonização do sul, propícia para a produção de gêneros tropicais, deu-se em bases mercantilistas, buscando atender às necessidades da metrópole caracterizada. No sul, prevaleceram o latifúndio, a monocultura e o trabalho escravo.

Apesar das diferenças entre as colônias do norte e do sul, as 13 colônias tinham certa dose de autonomia, com governadores eleitos pela população local. As colônias tinham liberdade absoluta umas em relação às outras e apresentavam-se ao poder real da Inglaterra totalmente separadas. O comércio se desenvolveu e ultrapassou as fronteiras. Peixe, madeira, gado eram vendidos nas Antilhas, de onde eram comprados o melaço e o rum. A bebida era posteriormente trocada na África por escravos para as colônias do Sul.

Processo de Independência

Em meados do século 18, a disputa entre Inglaterra e França pelo comércio mundial acabou chegando à América. Assim, em 1756, iniciou-se a Guerra dos Sete Anos, em que a Inglaterra, envolvida com outros palcos do conflito, deixou praticamente aos colonos a defesa de suas possessões na América. A luta contra os franceses e seus aliados indígenas despertou nos colonos um forte sentimento de autoconfiança, bem como a consciência de sua força militar. Pela primeira vez, as 13 colônias uniram-se em torno de um ideal comum. Vários líderes militares surgiram nesta época, entre eles o aristocrata George Washington.

A inglaterra saiu-se vitoriosa do conflito contra a França, surgindo, porém, uma forte crise econômica em virtude dos gastos militares. Para recurerar seu erário (dinheiro público), os ingleses adotaram uma nova política administrativa sobre suas colônias, caracterizada pelo arrocho. A liberdade comercial que os colonos tinham até então restringiu-se às rígidas práticas do pacto colonial.

Com o término da Guerra dos Sete Anos, a Inglaterra proibiu a apropriação de terras situadas a oeste, alegando serem reservas indígenas. O fato causou forte descontentamento entre os colonos, ávidos por novas terras. No ano seguinte, a Inglaterra promulgou a Lei do Açúcar, que estabelecia uma taxa sobre o melaço comercializado pelos colonos em outros países. Logo depois, veio a Lei do Selo, pela qual a metrópole inglesa determinava que vários produtos, como jornais, revistas, baralhos e livros, fossem sobretaxados com um selo. Finalmente, em 1767, o Parlamento britânico aprovou a Lei do Chá, que dava monopólio de comercialização do produto à Cia Inglesa das Índias Orientais.

Os colonos protestaram contra a Lei do Chá e a Inglarerra reagiu com a promulgação das "Leis Intoleráveis". Os colonos reuniram-se em 1775, na cidade da Filadélfia, num congresso que reivindicava a revogação das leis. Ocorreram alguns choques entre colonos e soldados ingleses e a relação entre eles foi se deteriorando. Um ano depois, os colonos realizam o segundo congresso, rompendo com a Inglaterra e aprovando a Declaração da Independência, elaborada por Thomas Jefferson.

A Guerra da Independência durou até 1781, liderada por George Washington. A França, a Espanha e a Holanda apoiaram os colonos e a vitória decisiva contra a Inglaterra aconteceu em Yorktown, na Virgínia. Somente em 1783, entretanto, a Inglaterra reconheceu a independência das 13 colônias da América do Norte. Finalmente, em 1787, ficou pronta a Constituição, que definiu um regime republicano para os EUA.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u7.jhtm > acesso em 17/08/2009.

Leia mais:
http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u45.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u46.jhtm

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Rede Sesi-SP retoma aulas do segundo semestre em 17 de agosto

Rede Sesi-SP retoma aulas do segundo semestre em 17 de agosto

Iniciativa está alinhada aos procedimentos adotados na rede pública de ensino e segue orientações da Secretaria de Saúde do Estado, que está adotando medidas preventivas para combater o contágio da gripe A (H1N1)
O Serviço Social da Indústria do Estado de São Paulo (Sesi-SP) informa que os alunos da entidade retornarão as aulas na segunda-feira (17/08). A iniciativa está alinhada aos procedimentos adotados na rede pública de ensino e segue orientações da Secretaria de Saúde do Estado, que está adotando medidas preventivas para combater o contágio da gripe A (H1N1). Esta determinação vale para toda a rede Sesi de Ensino, responsável pelo atendimento de 150 mil alunos em suas 215 unidades do Estado de São Paulo.Atenta à necessidade de esclarecimentos para evitar o contágio da gripe, a entidade está elaborando cartilha, voltada aos alunos e seus familiares. O material será distribuído na volta às aulas.
Por Evelyne Lorenzetti
Fonte: http://www.sesisp.org.br/home/2006/news/news.asp?idn=1293

terça-feira, 28 de julho de 2009

Reforma Ortográfica

Um teste-jogo para saber como anda o seu conhecimento da nova reforma ortográfica.
Para avançar as "casas", clique e arraste a figurinha.
Um joguinho para treinar e fixar as novas regras ortográficas...

Acesse o link abaixo:
http://fmu.br/game/home.asp
(necessita Flash Player)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Revista Veja Digital

Indicação da Profª. Marilsa.

Muito Interessante, vale a pena guardar este link!!!!!

Estou enviando para vocês, um Link de acesso à todas as revistas Veja, editadas pela Abril nesses últimos 40 anos. Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas. É um trabalho impressionante e creio que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa. Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet. Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço http://veja.abril.com.br/acervodigital/ A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968. O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse. O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias. Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos. Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. O banco Bradesco patrocinou a iniciativa. Recomendem e repassem (se for o caso) aos seus filhos, familiares e amigos.

terça-feira, 24 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Revolução Industrial

Ciclo IV inicial...

Revolução Industrial
Evolução tecnológica transforma as relações sociais

Quando se começa a estudar a Revolução Industrial, a primeira questão a levantar é sobre que tipo de revolução estamos falando. Muitas vezes, entendemos a palavra "revolução" como uma revolta, uma disputa entre grupos políticos, ou até mesmo, uma guerra civil em determinada sociedade. Mas não é disso que se trata aqui.O sentido que usamos neste caso é o de revolução como uma transformação profunda, uma mudança muito grande, uma ruptura com o que havia anteriormente. Ao falarmos, então, de uma "revolução industrial", estamos falamos numa modificação drástica no modo de fabricação dos produtos consumidos pelo homem. O surgimento das fábricas, a produção em série e o trabalho assalariado são as principais características desta transformação, que alterou a economia, as relações sociais e a paisagem geográfica.
Primeira Revolução Industrial
Esse processo surgiu principalmente na Inglaterra no final do século 18. No decorrer do século 19, outros países iniciaram sua industrialização: os Estados Unidos, a França, a Alemanha, a Itália, a Holanda, o Japão e a Bélgica. Essa primeira fase da industrialização é chamada de Primeira Revolução Industrial, que vai de 1760 a 1860. Os principais recursos materiais utilizados nessa fase foram o ferro, o carvão, o tear mecânico e a máquina a vapor.
Segunda Revolução Industrial
Já a segunda fase do processo, que é conhecida como Segunda Revolução Industrial, dá-se entre 1860 e 1900 e se baseia no aço, na energia elétrica e em produtos químicos.A industrialização define fortemente a era contemporânea e o mundo em que vivemos hoje é fruto direto dela. O capitalismo adquiriu sua plena expressão através da industrialização. As relações sociais atuais são determinadas pela forma como se estrutura o trabalho e a luta pela sobrevivência. Além disso, muitos fatos históricos decorreram da industrialização dos países europeus e da disputa entre eles por novos mercados consumidores e fontes de matéria-prima. Isso explica a partilha da África ocorrida no século 19, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a conseqüente Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Todos os produtos que o homem usa e consome, e que não estão em estado natural, foram transformados através do trabalho humano. Este trabalho humano na confecção de produtos passou por uma evolução tecnológica no decorrer da história do mundo ocidental.
Artesanato e manufatura
Até o período medieval (entre meados do ano 400 d.C. até 1300 d.C.), os produtos eram feitos de maneira artesanal, através das corporações de ofício. Essas corporações eram grupos de artesãos que faziam todos o mesmo produto, artesanalmente, criando normas coletivas de fabricação e distribuição da mercadoria.Com o renascimento comercial, no final do período medieval (século 11) começou a haver um novo controle sobre a forma de produção. O artesão que produzia uma cadeira, por exemplo, não era mais dono de seu produto. Ele passava a ser empregado de outra pessoa, que era dono das ferramentas e do material. Esse processo é chamado de manufatura, em que o produtor não é mais dono do que fabricou. O produtor vende sua força de trabalho em troca de pagamento, utilizando as ferramentas e o material de quem os possui.A industrialização é uma etapa mais elaborada da manufatura, pois devido às novas descobertas tecnológicas, como a máquina a vapor, a produção pôde ser dinamizada. Agora o trabalhador é obrigado a trabalhar seguindo o regime da fábrica. Ele passa grande parte do seu dia dentro dela, fazendo tarefas repetidas sem parar. Cada trabalhador responsável por uma etapa do produto. Além de não ser dono das máquinas e da matéria-prima, o trabalhador vende sua força de trabalho e seu tempo ao dono da fábrica. O valor que recebe em pagamento não é determinado por ele, mas pelo patrão, que, em geral, não vai remunerá-lo corretamente.
Exploração e resistência
Esse processo de industrialização, que submeteu os trabalhadores ao regime das fábricas, trouxe muitas transformações. Além de alterar o próprio ritmo de fabricação, conseguindo produzir mais mercadorias em menor tempo, a industrialização alterou a vida dos homens e forçou uma rápido crescimento das cidades. Assim, na Inglaterra do século 18, os ricos haviam se apropriado dos campos para obter matérias-primas para suas fábricas. Nesse processo, eles cercaram suas terras e expulsaram a maioria dos camponeses, que foram para as cidades. Lá chegando, devido ao excesso de mão-de-obra, os trabalhadores acabaram tendo que se sujeitar ao regime desumano de trabalho das fábricas. Nesse período, recebiam salários baixíssimos. Além disso, crianças, mulheres, homens e idosos eram obrigados a cumprir jornadas de trabalho de até 18 horas. Obviamente que essa exploração extrema gerou conflitos e resistências. Os trabalhadores quebraram máquinas, fizeram greves, se organizaram, formaram sindicatos. No decorrer do século 20, muitos direitos foram conquistados, criando melhores condições de trabalho e, inclusive, leis que protegem os trabalhadores.
Fernanda Machado
Fonte: http://educacao.uol.com.br/historia/ult1690u7.jhtm > acesso em 08/10/2008 às 23:09h.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

A covardia e mediocridade on-line

Desamor - Nem Jesus agradou a todos... Porque eu agradaria?


O mundo virtual é realmente o espaço onde os covardes e medíocres aproveitam para demonstrar o seu desafeto, descontentamento e o pior sentimento para o ser humano “o ÓDIO”. Hoje ao visitar o meu blog, eis que me deparo com a seguinte frase: "te odeio". Quem postou? um (a) covarde, pois não foi capaz de se identificar.

Pobre “ser”... Talvez humano, quem sabe quase humano, que ao invés de perder o seu tempo com algo produtivo, vai justamente se tornar presente, aumentando o número de visitantes do meu blog só para manifestar o seu desafeto.
Acredito que você sujeito oculto da oração, com o coração tomando pelo ódio esteja precisando de mais atenção, carinho, demonstração de afeto... Precisa se sentir gente de verdade, só assim você ocupará o seu precioso tempo investindo em você, fazendo coisas das quais realmente gosta, e não visitando o blog de alguém que você odeia.
O que posso sentir por você... Pena, não!! pena é um sentimento muito pobre e estaria “quase” me igualando a você, coisa que não pretendo jamais. No entanto, vou manifestar o meu carinho... quem sabe assim, você aprende a ser menos amargo(a). Espero que da próxima vez, seja corajoso (a), identifique-se, não fique escondido na sua mediocridade. Eu entenderei perfeitamente, pois não somos obrigados a gostar de ninguém, mas devemos respeitar as pessoas independente de gostar ou não.
Sei perfeitamente que você não merece este texto... Eu o fiz por mim, e em respeito às pessoas que visitam esta página no intuito de adquirir e trocar conhecimento. Visitas estas que já passaram dos 10.000 acessos (graças a sua visita também).
Encerro esta postagem com duas frases que cabem perfeitamente para o (a) cidadã (o) dono da frase do meu blog.
"Quanto menor é o coração, mais ódio carrega."
Victor Hugo
“O medo depende da imaginação, a covardia do caráter”
Joseph Joubert