Sejam bem vindos ao Blog da Profª Sueli

" "Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente."

Rubem Alves

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terça-feira, 15 de novembro de 2011

122 Anos da República Brasileira

A proclamação da República no Brasil está completando 122 anos. Compreender os motivos que a deflagraram explica inúmeros aspectos da História Moderna do país.

A República modernizou o Estado, contribuiu decisivamente para a criação de uma idéia de nação, mas deixou a desejar num dos pontos que era o maior sonho dos militantes republicanos: o fim das desigualdades e a construção da cidadania brasileira.

Participam do Programa Maria Tereza Chaves, Celso Castro, Otto Alencar, Isabel Lustosa, José Murilo de Carvalho e Francisco Weffort.







Vale a pena conferir também o documentário 120 Anos da República, no site da TV Senado:

http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?ind_click=6&txt_titulo_menu=Document%E1rios&IND_ACESSO=S&IND_PROGRAMA=N&COD_PROGRAMA=3&COD_MIDIA=12062&COD_VIDEO=15861&ORDEM=0&QUERY=&pagina=7

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Cultura afro-brasileira

Para enriquecer o trabalho com o livro Meu Tataravô era africano, deixo a indicação de um site bem interessante sobre a cultura afro.
A Cor da Cultura é um projeto educativo de valorização da cultura afro-brasileira, fruto de uma parceria entre Canal Futura, CIDAN, SEPPIR, MEC, Fundação Palmares, Petrobras e TV Globo.

http://www.acordacultura.org.br/

Vale a pena conhecer.

domingo, 12 de setembro de 2010

Trabalho sobre a Ditadura Militar

O vídeo abaixo, é parte do trabalho sobre o período da Ditadura Militar, apresentado pelos alunos: Julia, Gabriela, Lucas, Rita e Maurício - ambos da 8ª "C" - 2010 - do CE - SESI 416 - SBCampo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ditadura Militar

Olá turma da 8ª série, seguem algumas indicações de sites para pesquisa sobre a Ditadura Militar.

http://www.diariosdaditadura.com.br/tcc_mat_ver.asp?cod_col=35
http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/regime_militar/abre.html
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=941
http://www.cliohistoria.hpg.ig.com.br/bco_imagens/ditadura/_ditadura.htm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/historia-regime-militar.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u74.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u68.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u69.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u70.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u71.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u72.jhtm
http://www.suapesquisa.com/ditadura/
http://www.soniasilva.com.br/Boletins%20tematicos/ditadura_militar.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/ditadura-militar/cultura-na-ditadura-militar.php
http://www.direitos.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2387&Itemid=25
http://listasde10.blogspot.com/2010/04/10-filmes-sobre-ditadura-militar.html
http://www.latinoamericano.jor.br/musica_brasil_mpb_ditadura.html
http://epoca.globo.com/especiais/jovem/brasil4.htm
http://jeocaz.wordpress.com/2008/09/03/a-musica-brasileira-e-a-censura-da-ditadura-militar/
http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&client=firefox-a&rls=org.mozilla:pt-BR:official&q=regime%20militar%201964&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=wi&biw=1280&bih=608
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&client=firefox-a&rls=org.mozilla:pt-BR:official&q=regime%20militar%201964&um=1&ie=UTF-8&tbo=u&tbs=vid:1&source=og&sa=N&tab=iv&biw=1280&bih=608
http://vodpod.com/watch/1442358-ditadura-militar-no-brasil-onde-tudo-comeou-parte-1-de-3

domingo, 15 de novembro de 2009

15 de Novembro - Proclamação da República

Questão Militar e Proclamação da República

Antonio Carlos Olivieri


Juntamente com a agitação abolicionista da década de 1870, chegou também ao Brasil a propaganda republicana. Durante a década de 1880, a idéia de República angariou simpatizantes no país, mas em número menor que o abolicionismo, e num ritmo muito mais lento. Somente após o fim da escravidão, ela entrou na ordem-do-dia. Os primeiros a engrossar as fileiras do novo grupo foram os cafeicultores, revoltados com a monarquia. Responsabilizavam o governo imperial pela perda dos escravos, sem indenização.

Depois da Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, os líderes do setor cafeeiro rapidamente se uniram aos idealistas do Partido Republicano, fundado havia quase duas décadas. Até então, a agremiação contava apenas com militantes jovens e idealistas. Mas o partido não decolou. Durante dez anos, seu desempenho eleitoral foi pífio: não conseguia eleger seus candidatos à Câmara e ao Senado.

Escravos no exército

Entretanto, durante nos anos 1880, a política não era feita somente na Assembléia, mas também nos quartéis. O Exército foi uma instituição que saiu fortalecida da Guerra do Paraguai. Literalmente, os soldados tinham sido os salvadores da pátria. Para a tarefa, contribuíram milhares de escravos incorporados às tropas. Os negros formaram a maioria dos batalhões brasileiros naquele momento.

Para não morrer nos campos de batalha, os aristocratas tinham o direito de mandar os escravos em seu lugar. Além disso, para aumentar o número de recrutas, o governo ofereceu liberdade aos escravos que fossem guerrear. Aproximando-se dos soldados nas dificuldes da guerra, os oficiais desenvolveram simpatia pelo abolicionismo. Com isso, mais um elemento veio afastar o Exército da monarquia.

Oficiais sem dinheiro nem prestígio

Outro motivo de insatisfação com o governo era a origem social da maioria dos comandantes: as classes sociais médias. Para seus membros, a carreira militar parecia uma oportunidade de subir na vida. Entretanto, os oficiais estavam ganhando pouco. Além disso, não tinham sequer a contrapartida do prestígio social ou do poder político.

Nessas circunstâncias, uma grande solidariedade conquistou a oficialidade do Exército, unindo-a entre si e com as tropas e evidenciando diferenças entre o militar e o civil. Nos quartéis, o poder dos civis logo passou a ser questionado. Em 1886, as opiniões dos militares chegaram às ruas através dos jornais.

A Questão Militar

No Piauí e no Rio Grande do Sul, respectivamente, os coronéis Cunha Matos e Sena Madureira atacaram o ministro da Guerra, Afredo Chaves, um civil. Estava aberta uma série de desentendimentos com o governo, que ficou conhecida como Questão Militar.

O Império puniu com a prisão os dois coronéis, lembrando que, de acordo com a Constituição, a participação na política interna do Brasil não era um dever do Exército. Em 1887, depois de outros atritos entre os militares e o Ministério da Guerra, foi fundado o Clube Militar, uma entidade que passou a funcionar como órgão político e porta-voz da categoria. Para a sua presidência, elegeu-se uma das maiores lideranças militares do país: o marechal Deodoro da Fonseca.

Na queda de braço do coronel Sena Madureira com o ministro da Guerra, Deodoro tinha ficado ao lado do coronel. Desde então, passou a ser cortejado tanto pelos oficiais insatisfeitos com a monarquia, quanto pelos republicanos. Como militar, efetivamente não aprovava as atitudes do governo em relação aos militares. Mas não identificava o governo com a monarquia, nem com a pessoa do imperador - a quem respeitava e de quem era amigo.

Propaganda republicana

Para a maioria dos militares, o Império talvez devesse chegar ao fim, mas a República podia esperar pela morte de Pedro 2º O respeito ao "velhinho" retardou o rompimento definitivo entre os oficiais e a monarquia. Por isso, a ação dos grupos republicanos ligados aos cafeicultores passou a atacar o imperador através de sua herdeira, a Princesa Isabel.

A sucessão e o futuro reinado foram transformados em fantasmas assustadores pela propaganda republicana. A idéia de uma mulher no trono causava arrepios na mentalidade machista da época. Para piorar, pairava sobre a princesa Isabel a figura do conde D'Eu, antipático e estrangeiro. Em surdina, começou a conspiração que iria derrubar a monarquia.

Desgastado com o poder econômico dos cafeicultores, com a opinião pública e com os militares, o Império tentou promover reformas na ordem política. Em junho de 1889, formou-se um novo ministério, que tinha em sua presidência Afonso Celso de Assis Figueiredo, o visconde de Ouro Preto - que já havia prestado relevantes serviços ao governo no passado. A ele caberia solucionar os problemas sociais e garantir a sucessão da monarquia.

Visconde de Ouro Preto

Ouro Preto tentou resolver a questão militar enfraquecendo o Exército. Procurou distribuir as tropas pela imensidão do território nacional e transferiu comandantes e líderes para lugares afastados. Promoveu uma política de valorização de outros grupos armados, como a Polícia e a Guarda Nacional, além de criar a Guarda Cívica e a Guarda Negra, formada por antigos escravos.

Em contrapartida, os republicanos espalharam o boato de que o governo pretendia acabar com o Exército. Não existia nenhuma evidência nesse sentido, mas o boato incendiou os quartéis. Na manhã de 15 de novembro de 1889, sob o comando do marechal Deodoro, tropas revoltadas saíram às ruas para derrubar o ministério de Ouro Preto. Os soldados teoricamente leais ao governo nada fizeram em sua defesa. Ao contrário, seu comandante, Floriano Peixoto, simplesmente disse que não poderia lutar conta brasileiros.

Após depor Ouro Preto, Deodoro se recolheu em sua casa, pois estava doente. Ao deixar o palácio, escutou um soldado gritar "Viva a República", respondeu: "Cale a boca, rapaz!". Deodoro pretendia esperar a volta do imperador ao Rio de Janeiro, para discutir com ele a situação. Dom Pedro 2º estava em Petrópolis, alheio a todos aqueles acontecimentos. Ao receber as notícias pelo telégrafo, voltou às pressas à corte, para tentar formar um novo ministério. Não houve tempo.

Proclamação da República

Entre a queda do ministro Ouro Preto e a volta de dom Pedro 2º ao Rio, enquanto republicanos e líderes militares se perguntavam o que fazer, a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro decidiu proclamar a República por conta própria. A Câmara do Rio, evidentemente, não tinha nenhuma autoridade para falar em nome do Brasil, mas, naquele momento de confusão, seu pronunciamento foi seguido pelos republicanos, com o apoio armado do Exército.

Formou-se então um governo provisório, cuja chefia foi entregue ao marechal Deodoro da Fonseca. Informado de que dom Pedro 2º pretendia compor um novo ministério que teria como presidente um inimigo pessoal seu, o marechal aderiu à causa republicana, de que até aquele instante fora um simples instrumento.

Dom Pedro 2º rumo ao exílio

No dia seguinte, no Paço da Cidade, dom Pedro 2º foi notificado de que a monarquia já não era a forma de governo em vigor no Brasil. Como Ouro Preto, o imperador também estava deposto e intimado a deixar o país em 24 horas. O governo provisório tinha providenciado um navio para transportá-lo para o exílio, em Portugal. Dom Pedro 2º não se opôs, declarando aceitar a vontade da opinião pública nacional.

O navio partiu na madrugada de 17 de novembro. O horário foi escolhido para evitar manifestações populares favoráveis ao imperador. Um forte esquema de segurança foi montado na cidade para acompanhar a família imperial a bordo. Embora fosse improvável que o povo se levantasse para defender dom Pedro 2º, a República preferia não arriscar. Na verdade, o povo estava à margem dos acontecimentos, mas isso não impedia que manifestasse sua opinião, como nos versinhos abaixo, que circularam no Rio de Janeiro pouco depois do embarque do ex-soberano:

"Partiu dom Pedro Segundo
Para o reino de Lisboa.
Acabou a monarquia
E o Brasil ficou à toa."

A avaliação que o escritor Lima Barreto fez do episódio também merece ser transcrita:

"Uma rematada tolice que foi a tal república. No fundo, o que se deu em 15 de novembro foi a queda do Partido Liberal e a subida do Conservador, sobretudo da parte mais retrógrada dele, os escravocratas de quatro costados".

Fonte: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u58.jhtm > acesso em 15/11/2009

sábado, 7 de novembro de 2009

A cor da cultura

"Nos próximos cliques, A Cor da Cultura vai levar você para cirandar entre muitas histórias fantásticas. Venha conhecer os Heróis de Todo Mundo, divertir-se nos capítulos dos Livros Animados, entrar em Ação (e quem sabe até se tornar um voluntário?), aprender lições incríveis numa aula Nota 10 e distribuir muitos Axés com o Mojubá."

"É o Brasil se mostrando em todas as suas cores."

Visite o site: http://www.acordacultura.org.br/

Muito interessante!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Construção de Brasília

Como foi a construção de Brasília?

por Roberto Navarro
As primeiras obras da cidade começaram em 1956, mas a idéia de estabelecer a capital do Brasil no interior do país nasceu ainda no século 18. Os inconfidentes mineiros, que lutavam por nossa independência de Portugal, queriam que a capital da república imaginada por eles fosse a cidade de São João del Rey (MG). A idéia não foi adiante nem mesmo após a independência ter sido conquistada, em 1822, mas planos para levar o centro administrativo do país para o interior continuavam existindo. Por volta de 1839, o historiador Francisco Adolfo de Varnhagem reiniciou a luta pela transferência, propondo que uma nova capital fosse construída na região onde hoje fica a cidade de Planaltina (GO), bem perto de onde Brasília acabaria sendo construída mais de um século depois. Varnhagem era um intelectual importante na época e sua campanha deu resultado.

Na primeira Constituição da República, promulgada em 1891, foi incluído um artigo que dizia: "Fica pertencendo à União, no planalto central da República, uma zona de 14 400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada para nela estabelecer-se a futura Capital federal". Obstáculos políticos, econômicos e logísticos retardaram o projeto por décadas, até que, em meados dos anos 50, quando iniciou sua campanha à presidência, Juscelino Kubitschek incluiu a construção da nova capital como prioridade no seu plano de governo.

Com Juscelino eleito presidente, a cidade finalmente deixaria de ser apenas um artigo da Constituição para se tornar uma realidade. "Além da arquitetura, que através dos projetos arrojados dos edifícios públicos deveria projetar as imagens do futuro da nação, a própria vida em Brasília deveria contribuir para a construção de uma imagem de modernidade", afirma a socióloga Margarida Limena, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Em 21 de abril de 1960 uma festa na Praça dos Três Poderes marcou a inauguração oficial da nova capital. Mas, pelo menos no início, a imagem de modernidade que Brasília pretendia passar não funcionou. No dia seguinte à inauguração, o presidente do Senado, Filinto Müller, aprovou um recesso de 30 dias, alegando falta de condições de trabalho e de moradia na cidade que ainda era um canteiro de obras.

Uma nova cidade em quatro anos

As primeiras obras começaram em 1956 e a inauguração oficial ocorreu em 1960

1. Em 1955, uma comissão criada para escolher o local exato da nova capital indica o Sítio Castanho, uma área de mil quilômetros quadrados com bons recursos hídricos, topografia adequada e clima agradável. No ano seguinte, Juscelino assume a presidência. Ele propõe que a cidade se chame Brasília e lança o concurso para a escolha do Plano Piloto, o projeto básico do desenho da capital. Ainda em 1956, começa uma das primeiras obras, o "Catetinho", uma residência presidencial provisória.

2. São apresentados 41 projetos para o desenho da capital. Em março de 1957 o governo anuncia que o Plano Piloto de Lúcio Costa, um conceituado arquiteto e urbanista, fora o escolhido. Apesar de a planta da cidade ser comparada a um avião, Lúcio Costa a enxergava de outra forma: "Ela nasceu do gesto de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos cruzando-se em ângulo reto, ou seja, o sinal da cruz". O curioso é que algumas construções, como o aeroporto e o Palácio da Alvorada, foram iniciadas antes da escolha do Plano Piloto.

3. No projeto de Lúcio Costa, o eixo norte-sul tem a função de tronco circulatório, com pistas de alta velocidade cruzadas por pistas laterais que distribuem o tráfego para os setores residenciais. Já no eixo monumental leste-oeste ficam concentrados os centros administrativos, os setores comercial, cultural e de diversões. O arquiteto escolhido para projetar todos os edifícios públicos de Brasília é Oscar Niemeyer. Ele conhecia Juscelino desde 1940, quando este ainda era prefeito de Belo Horizonte e convidou Niemeyer para projetar o Conjunto da Pampulha.

4. Em meados de 1958, o ritmo de construção acelera. Trechos de ruas são asfaltados e começam as fundações de edifícios importantes, como o Congresso Nacional, que ficou pronto em 1959. Sobre esse prédio, Niemeyer fez um comentário que resume a importância arquitetônica da nova capital: "Quando uma pessoa vai a Brasília, eu pergunto se viu o Congresso e se gostou, certo de que ela podia ter gostado ou não, mas nunca podia dizer que tinha visto antes coisa parecida". Em 21 de abril de 1960, a capital é inaugurada com uma festa na Praça dos Três Poderes.


Fonte:
http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286539.shtml


Site com fotos da construção de Brasília:

http://www.geocities.com/augusto_areal/minis_pc.htm


quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Parlamento Jovem 2008

Finalmente o tão esperado dia chegou... e lá está a Gabriela Maia Cabello - Orgulho do CE - SESI Nº 416.
PARABÉNS!!!! GABRIELA - VOCÊ MERECE!!


Veja como foi a recepção dos 94 deputados jovens do Estado de São Paulo de 2008.




Jovens parlamentares da 10ª edição do PJ são recepcionados na Assembléia





Deputado Waldir Agnello
Os 94 jovens parlamentares da 10ª edição do Parlamento Jovem paulista foram recepcionados nesta quinta-feira, 6/11, no Hall Monumental do Palácio 9 de Julho pelos deputados Waldir Agnello (PTB), 1º vice-presidente, Luiz Carlos Gondim (PPS), 2º vice-presidente, Maria Lúcia Prandi, Marcos Martins e Antonio Mentor, todos do PT, João Caramez e Celino Cardoso, ambos do PSDB, Vanessa Damo (PV), Ed Thomas e Vinicius Camarinha, ambos do PSB, e Gilmaci Santos (PRB).




Representando o presidente Vaz de Lima, o deputado Waldir Agnello comentou a energia e o entusiasmo dos jovens deputados que, segundo ele, contagiam os parlamentares efetivos da Casa. Agnello lembrou que o Parlamento paulista é o maior da América Latina e declarou que os alunos que participam do PJ são pessoas interessadas em discutir os problemas da sociedade e preocupadas em encontrar soluções.




Maria Lúcia Prandi ressaltou a importância da mulher na política e ressaltou o momento proporcionado pelo evento. "Vocês, que aqui estão, fazem parte da construção de um amanhã melhor." A mais jovem parlamentar da Assembléia, deputada Vanessa Damo, falou da sua paixão pela política e pediu que os estudantes não deixem de acreditar em suas idéias. Falando sobre o apoio que os jovens tiveram de seus pais e professores, Marcos Martins disse aos jovens que política é muito mais do que votar e ser votado. O deputado Gilmaci Santos ratificou a importância de os jovens participarem da vida política do país. Vivência mencionada também por seu colega Ed Thomas, que apelou aos jovens para que não sejam deputados apenas por um dia, mas que sejam deputados a partir de agora, fiscalizando a escola, a câmara municipal de sua cidade e participando dos movimentos de bairro. "Vocês podem, vocês conseguem. A melhor idéia é a que está na cabeça de vocês."




Antonio Mentor disse: "Quando falam que vocês são os representantes do futuro, não acreditem. Vocês são os responsáveis pela sociedade, porque o futuro é hoje." João Caramez comemorou a oportunidade de surgimento de novas idéias com mais essa edição do PJ. "E é disso que precisamos."




Vinícius Camarinha também começou jovem na política. Aos 21 anos, foi eleito para o seu primeiro mandato na Assembléia e aos 26 anos foi reeleito. "Aqueles que não gostam de política estão fadados a viver sob o comando daqueles que gostam", comentou. O último parlamentar a fazer uso da palavra foi Luiz Carlos Gondim. O deputado disse que sua filha, que hoje presta concurso para ser juíza, participou da 1ª edição do PJ, em 1999. Assim como seus colegas, Gondim disse que os jovens devem fiscalizar os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. "Dessa forma, vocês exercerão o poder de cidadão. Queremos que apareçam os jovens, os "Obamas" da vida." Após a recepção, os jovens deputados participaram de uma mesa de debates com o presidente da Casa, Vaz de Lima, e assistiram a uma palestra do secretário-geral parlamentar, Auro Augusto Caliman, sobre diplomação, juramento e eleição da Mesa Jovem. Nesta sexta-feira, 7/11, os jovens deputados elegerão a Mesa Diretora dos trabalhos e à tarde ocuparão a tribuna para defender seus projetos de lei. Projeto Guri Participando pela terceira vez do Parlamento paulista, os alunos do Projeto Guri, Pólo Júlio Prestes, regidos pela professora Silmara Fernandes, e acompanhados pelo tecladista Fausto Ito, executaram cinco músicas na abertura do evento: "Canções e Momentos", de Milton Nascimento, "Canto do povo de um lugar", de Caetano Veloso, "Banzo Maracatu", autor desconhecido, "São Paulo, São Paulo", do Premeditando o Breque e "Oye", de Jim Papoules. O Projeto Guri foi criado em 1995 na Secretaria de Estado da Cultura, dentro de um preceito social de igualdades de condições para todas as crianças e adolescentes que vivem em lugares culturalmente carentes. É um empreendimento sociocultural que consiste na socialização através da música, visando a formação de orquestras-escola, corais e grupos musicais na faixa etária de 8 a 18 anos.


Fonte: http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/DetalheNoticia?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&id=41f291c081f6d110VgnVCM100000600014ac____&textoBusca=jovem;parlament&flRealca=T - acesso em 06/11/08.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A História Oculta do Brasil - Nazismo

É muito bom quando um professor percebe o avanço e interesse de seu aluno. Fiquei feliz com a indicação de vídeo sobre a História do Nazismo no Brasil, feita pelo Jonathan Campos - Ciclo IV Final B.
Estou deixando o link, vale a pena assistir.

Valeu Jonathan!

http://www.mundorecord.com.br/play/6d9fe0f0-55d6-44d0-af53-90f3b87ffd42