Sejam bem vindos ao Blog da Profª Sueli

" "Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente."

Rubem Alves

Páginas

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Bia,

Atendendo ao seu pedido, estou deixando algumas indicações de sites. Bom estudo.

http://www.rhinfo.com.br/historia.htm
http://pessoal.educacional.com.br/up/20021/1111376/t1311.asp
http://www.abal.com.br/historia%20do%20trabalho1.htm?id=249
http://www.guatimozin.org.br/artigos/hist_trabalho.htm
http://www.jornallivre.com.br/73835/a-exploracao-no-trabalho-infantil-na-atualidade.html
http://www.ime.usp.br/~is/ddt/mac333/projetos/fim-dos-empregos/empregoEtrabalho.htm
http://www.canalkids.com.br/portal/canal/index.htm

Espero ter ajudado.

22 de Agosto... dia do Folclore

Os hábitos do povo, que foram conservados através do tempo. Dia do Folclore 22 de agosto - Decreto nº 56747 de 17/08/1965.
Folclore é uma palavra de origem inglesa cujo significado é ''conhecimento popular''. As manifestações da cultura de um povo, seja através de suas lendas da sua alimentação, do seu artesanato, das suas vestimentas e de muitos de seus hábitos originais e os enriqueceram com novos hábitos criados após a reunião.
O folclore é passado de pais para filhos, geração após geração. As canções de ninar, as cantigas de roda, as brincadeiras e jogos e também os mitos e lendas que aprendemos quando criança são parte do folclore que nos ensinam em casa ou na escola. Fazem parte do folclore os utensílios que o povo fabrica para o uso de ornamentação, como as cestas de vime, e os objetos de cerâmica, madeira e couro. Os tecidos, a renda, os adornos de miçangas e penas, também existem ainda muitas outras atividades que fazem parte do folclore.
O folclore é o meio que o povo tem para compreender o mundo. Utilizando a sua imaginação, o povo procura resolver os mistérios da natureza e entender as dificuldades da vida e seus próprios temores.Conhecendo o folclore de um país podemos compreender o seu povo. E assim passamos a saber, ao mesmo tempo, parte de sua História.
O folclore brasileiro é um dos mais ricos do mundo. Nele, estão as marcas dos diferentes povos que formaram nossa nação, principalmente o indígena, o africano e o europeu. Imagine uma colcha de retalhos multicolorida com uma mistura de figuras geométricas, estampas e texturas. Assim é nossa herança cultural.Saci-pererê, feijoada, redes de dormir, chinelo de palha, fita do Nosso Senhor do Bonfim, brincadeira de esconde-esconde, bumba-meu-boi, samba, panelas de barro, ferradura atrás da porta, carnaval e futebol. Conhecer, cultivar e estudar nossas tradições é uma forma de manter vivas as raízes nacionais. Veja aqui o que é folclore e conheça as principais tradições do nosso povo.
Popular ou folclórico?
O folclore é popular, mas segundo grandes estudiosos do assunto – como Luís da Câmara Cascudo –, nem tudo o que é popular é folclórico. Para um costume ser considerado folclore é preciso ter origem anônima, ou seja, não se saber ao certo quem o criou. Deve ser aceito e praticado por um grande número de indivíduos. Também precisa resistir ao tempo e ser passado de geração em geração. A transmissão? De boca em boca. Ao pé do fogo, na beira do fogão, nos encontros sociais, na missa, enfim, no dia-a-dia do nosso país.

Origem da palavra Folclore:

A palavra folclore vem do inglês folk lore. Folk quer dizer povo e lore, estudo, conhecimento. Portanto, folclore é o estudo dos costumes e tradições de um povo. Esse termo foi criado pelo arqueólogo inglês William John Thoms (1803-1885), pesquisador da cultura popular européia. Em 22 de agosto de 1846, ele publicou um artigo com o título "Folk-lore", na revista The Athenaeum, propondo a criação do termo. Com isso, o dia 22 de agosto tornou-se data de referência do surgimento do termo folclore, que gradativamente foi incorporada a todas as línguas dos povos considerados civilizados. William John Thoms utilizava o termo folk-lore para indicar o conjunto de antiguidades populares. O conceito dirigia-se principalmente aos objetos da arte popular, o artesanato. Mas em seu famoso artigo, Thoms citava também usos, costumes, cerimônias, crenças, romances, refrãos e superstições dos tempos antigos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Atualidade

Ciclo III - final, estou deixando outra série de sites para o trabalho comparativo do cotidinano medieval com a sociedade atual.



http://www.plenarinho.gov.br/ (governo)

http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/geral/ult192u643.htm (papel da mulher na atualidade)

http://www.diarioon.com.br/arquivo/4439/colunas/coluna-2357.htm (papel da mulher)

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/04/050403_igrejanalisems.shtml (papel da Igreja)

http://cienciahoje.uol.com.br/view/2205 (alimentação)

http://www.museudantu.org.br/principal.asp (transportes)

http://catalogos.bn.br/redememoria/galerias/sofia_ae/index.htm (vestuário)

http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u842.shtml (moda)

Cotidiano Medieval

Galera do Ciclo III - Final, estou deixando algumas dicas de sites para realização das pesquisas sobre o cotidiano medieval, para comparação com o nosso dia-a-dia.



Cotidiano medieval:

http://www.canalkids.com.br/cultura/historia/geral/media.html (Geral)

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=295 (O papel do Governo)

http://www.spectrumgothic.com.br/gothic/gotico_historico/mulher.htm (O papel da mulher)

http://www.coladaweb.com/hisgeral/mulhernaidademedia.htm (O papel da mulher)

http://www.saberhistoria.hpg.ig.com.br/artigo.htm

http://www.saberhistoria.hpg.ig.com.br/nova_pagina_32.htm (O papel da Igreja)

http://www.carolinatvp.com/textos/biblioteca/periodo_medieval.htm#_Toc31643442

http://www.carolinatvp.com/textos/biblioteca/periodo_medieval.htm#_Toc31643443

http://www.meusestudos.com/historia-do-mundo/idade-media/declinio-da-idade-media.html

http://guia.mercadolivre.com.br/alimentaco-epoca-medieval-10055-VGP

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071218_dietamedieval_np.shtml (alimentação)

http://www.planetaeducacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo=777 (alimentação)

http://idademedia.wetpaint.com/page/alimenta%C3%A7%C3%A3o?t=anon (alimentação)

http://idademedia.wetpaint.com/page/As+escolas+na+Idade+M%C3%A9dia (educação)

http://idademedia.wetpaint.com/page/vestu%C3%A1rio (vestuário)

http://idademedia.wetpaint.com/page/Torneios (torneios)

http://idademedia.wetpaint.com/page/Curiosidades (curiosidades)

http://www.suapesquisa.com/idademedia/guerras_medievais.htm (guerras)

http://www.overmundo.com.br/imprime_overblog/um-pouco-sobre-a-epoca-medieval

http://www.suapesquisa.com/futebol/ (esportes)

http://www.ginasticas.com/ginasticas/gin_historia.html

http://www.ricardocosta.com/pub/torneios.htm

http://br.geocities.com/fcpedro/igreja.html (Igreja)

http://www.ricardocosta.com/univ/felicidade.htm (educação)

http://www.permanencia.org.br/revista/historia/luz2.htm (educação)


Agora é com vocês... pesquisem mais sites, indique livros e boa pesquisa.


sábado, 9 de agosto de 2008

Dia dos Pais

PAI...

QUE FALTA VOCÊ ME FAZ, QUE SAUDADES DE VOCÊ!!



A primeira homenagem explícita a um pai de que o mundo tem notícias aconteceu na Babilônia, há cerca de 4 mil anos. Arqueólogos encontraram uma homenagem escrita em argila de um garoto chamado Elmusu para o seu pai.


No mundo contemporâneo, o Dia dos Pais surgiu de forma muito semelhante ao Dia das Mães. Em 1910, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd enviou uma petição às autoridades de sua cidade, Spokane, no Estado de Washington, sugerindo uma homenagem a todos os pais, depois de ouvir um sermão em homenagem às mães. A inspiração de Sonora foi o próprio pai, Willian Smart, um veterano da Guerra Civil que acabou tendo que criar seis filhos sozinho, depois que sua mulher morreu no parto do caçula. Naquele ano, foi comemorado o primeiro dia dos pais dos Estados Unidos em 19 de junho, data do aniversário de Willian. E a idéia foi se espalhando ao longo dos anos. Em 1966, o presidente Lyndon Johnson decretou o terceiro domingo de junho como oficialmente o dia nacional dos Pais nos Estados Unidos. Essa é a data de comemoração em boa parte do mundo.


Outros países comemoram o dia dos pais baseados em tradições religiosas ou culturais. Portugal, Espanha e Itália, países com tradição católica, homenageiam os pais todo dia 19 de março, dia de São José. Na Alemanha, os pais são homenageados no dia da Ascensão, que acontece 40 dias depois da Páscoa e representam a ascensão de Cristo aos céus. Na Rússia, a comemoração é dia 23 de fevereiro, dia do “defensor da pátria”. Na Tailândia, os pais são homenageados em 5 de dezembro: dia do aniversário do atual rei tailandês Bhumibol Adulyadej, o Rama IX. Em Taiwan, o dia é 8 de agosto. Isso porque a pronúncia de oito em madarim é “ba”. Assim, 8 de agosto (08/08) se pronuncia “Ba Ba” que é o jeito chinês de falar papai.


No Brasil, a comemoração surgiu em 1953 pelas mãos do publicitário Sylvio Bhering, que foi diretor-comercial do jornal O Globo e da Rádio Globo. Naquele ano, a homenagem foi feita em 14 de agosto (uma sexta-feira), dia de São Joaquim, considerado patriarca da família. Depois passou para todo segundo domingo de agosto. Apesar da escolha da proximidade do dia de São Joaquim, há gente que acredita que a escolha da data brasileira foi puramente comercial. Agosto era um mês fraco para os lojistas.


É bom ressaltar que nem todos os países comemoram o Dia dos Pais com a voracidade comercial de alguns.

Fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/dia-dos-pais.htm > acesso em 09/08/08.


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Novidades!!

"Turma da Mônica Jovem" estréia na 20ª Bienal do Livro, em São Paulo.

Depois de tantos anos de histórias em quadrinhos, desenhos animados, parque de diversões e brinquedos, não é de se estranhar que a Turma da Mônica tenha crescido, literalmente. A nova revistinha "Turma da Mônica Jovem", que será lançada na 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, traz os famosos personagens já na adolescência, lidando com as mudanças da juventude e enfrentando novas situações.Em entrevista à Folha, o criador da Mônica, Mauricio de Souza, disse que a idéia "era uma velha curiosidade minha e dos leitores", e que se questionava "como seriam os personagens depois que crescessem? O que se modificaria? O que se firmaria na personalidade de cada um?"Com as transformações da adolescência, os hábitos de cada personagem também mudaram: Mônica continua dentuça, mas sabe controlar melhor seu nervosismo e não é mais baixinha e gorducha; Cebolinha não troca mais as letras e adota o apelido de Cebola; Magali não exagera mais na alimentação e Cascão toma banho "de vez em quando", além de curtir esportes radicais."Na adolescência as preocupações vão além de suas próprias características. Está havendo uma curiosidade pelos personagens crescidos justamente por essa possibilidade de novos temas", afirma Maurício.E as mudanças não se resumem aos personagens. A nova revistinha traz um estilo inspirado nos mangás, os quadrinhos japoneses, com páginas preto e branco e desenhos cheios de ação. "Na verdade, emprestamos do estilo manga a expressividade dos olhos, algumas cenas mais ágeis e uma mescla de meu estilo com o mangá, e não apenas mangá", explica o quadrinista. "Não perdemos as características básicas, mas adotamos uma tendência que está aí na preferência desse público"Se você gosta da turminha e está curioso para saber o que acontecerá com os jovens amigos, não perca o lançamento de "Turma da Mônica Jovem" na 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontecerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi entre os dias 14 e 24 deste mês.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Papo cabeça

Papo cabeça na internet
Por José Roberto Torero


Fê: E aí?

Dado: Firmeza. E aí?

Fê: Show de bola. Fez o homework?
Dado: Que homework?

Fê: O que a profe pediu.

Dado: Putz, caraca! A de história, né?

Fê: Só.

Dado: Que saco, esqueci! Qual que era a bagaça mesmo?

Fê: Espera que eu vou ver....Dado: Achou?

Fê: Espera, pô! Ah, tá aqui: diga por que o dia 31 de março mudou a história do nosso país.

Dado: Tem idéia?

Fê: Nadica.

Dado: Então a gente se fala tipo daqui a pouco. Bj.

Fê: Bj.

(Meia hora depois.)

Fê: E aí, foi no Google?

Dado: Fui. E vc?

Fê: Total.

Dado: Matou a charada?

Fê: Matei.

Dado: Então fala aí, gata, por que o 31 de março mudou a história do nosso país?

Fê: Se liga: no dia 31 de março de 1889 a Torre Eiffel foi dedicada à cidade de Paris.

Dado: Bizarro. Mas o que isso tem a ver tipo com o Brasil?

Fê: Ah, sei lá! Antes não tinha a torre, entendeu? Aí os brasileiros não entravam numas de ir pra fora, conhecer o mundo. Fez a torre, aí abriu pra ir, visitar e os caras começaram a viajar. Por isso que tem tanto brazuca lá fora, tá ligado?

Dado: Louco.

Fê: Você achou algum treco?

Dado: Uma pá de coisa!

Fê: Fala uma.

Dado: Tipo, eu achei que nesse dia, em 1492, uns reis lá expulsaram os judeus da Espanha.

Fê: E aí? Onde que o Brasil entra nessa?

Dado:É que aí os judeus tiveram que ir pra Alemanha, o Hitler caiu em cima dos caras e eles vieram pra cá.

Fê: Pra Higienópolis?

Dado: Tudo a ver.

Fê: Sabe, cara, tô achando que pode ser outra coisa.

Dado: Tipo o quê?

Fê:É que eu também achei isso, ó: no dia 31 de março de 1900 saiu o primeiro anúncio de carro da história. Era uma firma da Filadélfia, meu, e eles publicaram o anúncio num jornal que chamava Saturday Evening Post. Vai ver é isso, porque aí os brasileiros acharam o anúncio o maior chique, começaram a comprar carro e acabou dando esses congestionamentos.

Dado: Sei não, nada a ver... Eu estou numa de que é uma coisa mais... sabe?, um troço mais zoado.

Fê: Mas, meu!, o quê?

Dado: Sei lá, um treco tipo guerra, entende?

Fê: Nadica.

Dado: Eu li num lugar aí que teve uma revolução aqui.

Fê: Aqui? No bairro? Xi, agora só vou sair na rua de capacete.

Dado: Pô, gata, é sério!

Fê: Rs, rs, rs, rs.

Dado: Olha só: parece que teve uma revolução mesmo, tipo um negócio com general.

Fê: Se liga, vc acha que teve guerra aqui?
Dado: Pô, de repente teve, sei lá...
Fê: Com esse negócio de espião, granada, metralhadora? Você pirou! Daqui a pouco vc vai dizer que torturaram neguinho no Brasil.
Dado: Pode ser. Que nem fizeram no Iraque. Eu vi no YouTube.
Fê: Ai, meu, sei lá... pra mim isso é viagem sua.
Dado: Pô, a gente fica com o que, então?
Fê: Paris, meu. Relaxa que é aquele lance da Torre Eiffel.
Dado: Tá bom, vou na sua. Me atacha a sua pesquisa que eu colo no arquivo.
Fê: Tá indo... Tá indo... Foi.
Dado: Valeu. Agora eu vou jogar umas duas horas de Mortal Annihilation.
Fê: E eu vou dar um rolê no Shopping. Blz?
Dado: Blz.
Fonte: http://www.smabc.org.br/rdb/10/rdb10.pdf > acesso em 06/06/08

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Curiosidades das Olimpíadas da Grécia Antiga


Festivais de honra a Zeus viram espetáculo moderno

A idéia de um festival esportivo nos moldes das Olimpíadas surgiu na Era Antiga, aproximadamente 2500 a.C., quando os gregos realizavam festivais em honra a Zeus. Conta a lenda que os Jogos foram criados por Hércules, que plantou a oliveira de onde eram retiradas as folhas para a confecção da coroa dos vencedores.

O termo olímpico, chegaria quase dois mil anos depois. Em 776 a.C., quando os nomes dos vencedores começaram a ser registrados, Ifitos, o rei de Ilia, fez uma aliança com Licurgo, monarca de Esparta, e Clístenes, rei da Pissa. O acordo foi selado no templo de Hera, no santuário de Olímpia, surgindo assim o nome Olimpíadas.

Esse tratado estabeleceu uma "trégua sagrada" em toda a Grécia enquanto os Jogos eram realizadas. Essa trégua era respeitada à risca. Na Guerra do Peloponeso, oponentes teriam parado o combate, competindo lado a lado e só após a declaração dos vencedores olímpicos, resumido a guerra. A vitória nos Jogos Olímpicos consagrava o atleta e proporcionava a ele uma recepção de herói no retorno à sua cidade de origem.

Na Olimpíada de 776 a.C., uma forte chuva desabou sobre Olímpia, limitando as competições a uma corrida pelo estádio. Dessa forma, após a única prova, foi conhecido o primeiro campeão olímpico: o cozinheiro Coroebus de Elis, vencedor de uma corrida de 192,27 metros.

Após a primeira Olimpíada, ficou acertado que os Jogos seriam realizados a cada quatro anos, durante os meses de julho ou agosto. Aos poucos, o número de competições foi aumentando, até chegar a dez eventos no quinto século antes de Cristo: corrida, pentatlo, arremesso de disco, salto em distância, lançamento de dardo, luta, boxe, pancrácio, corrida de bigas e corrida de cavalos, tudo em cinco dias. Podiam competir gregos que fossem cidadãos livres e nunca tivessem cometido assassinatos ou outros crimes.

Excluídas, mulheres disputavam a Heraea
Com exceção das sacerdotisas de Dêmetra, apenas os homens podiam assistir às disputas. Pouco antes dos Jogos Olímpicos, as mulheres, usando cabelos soltos e túnicas curtas e competindo no mesmo estádio de Olímpia, participavam de uma outra competição, a Heraea, em homenagem à Hera, mulher de Zeus.

A decadência dos Jogos Olímpicos da Era Antiga começou em 456 a.C., quando os romanos invadiram e dominaram a Grécia. O espírito original de integração foi aos poucos sendo deixado de lado e as disputas, antes cordiais, passaram a ser encaradas como combates.

A última Olimpíada da Era Antiga foi disputada em 393 d.C., quando o imperador Teodósio I proibiu a adoração aos deuses e cancelou os Jogos. Desde 776 a.C. foram realizados 293 Jogos.

A celebração dos Jogos Olímpicos ficou adormecida por 1 500 anos. Em 1896, graças aos esforços do francês Pierre de Coubertin foram realizados os primeiros Jogos Olímpicos modernos, na Grécia.


domingo, 3 de agosto de 2008

Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão

Especial para o Ciclo IV - Inicial

Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão
França, 26 de agosto de 1789

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, tendo em vista que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos Governos, resolveram declarar solenemente os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que esta declaração, sempre presente em todos os membros do corpo social, lhes lembre permanentemente seus direitos e seus deveres; a fim de que os atos do Poder Legislativo e do Poder Executivo, podendo ser a qualquer momento comparados com a finalidade de toda a instituição política, sejam por isso mais respeitados; a fim de que as reivindicações dos cidadãos, doravante fundadas em princípios simples e incontestáveis, se dirijam sempre à conservação da Constituição e à felicidade geral.
Em razão disto, a Assembléia Nacional reconhece e declara, na presença e sob a égide do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Art.1º. Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.
Art. 2º. A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.
Art. 3º. O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.
Art. 4º. A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo. Assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.
Art. 5º. A lei não proíbe senão as ações nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.
Art. 6º. A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.
Art. 7º. Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.
Art. 8º. A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.
Art. 9º. Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.
Art. 10º. Ninguém pode ser molestado por suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.
Art. 11º. A livre comunicação das idéias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem. Todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.
Art. 12º. A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública. Esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.
Art. 13º. Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.
Art. 14º. Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a coleta, a cobrança e a duração.
Art. 15º. A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.
Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.
Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indenização.
In Textos Básicos sobre Derechos Humanos.Madrid. Universidad Complutense, 1973, traduzido do espanhol por Marcus Cláudio Acqua Viva. APUD.FERREIRA Filho, Manoel G. et. alli. Liberdades PúblicasSão Paulo, Ed. Saraiva, 1978.

Fonte: http://www.direitoshumanos.usp.br/counter/Doc_Histo/texto/Direitos_homem_cidad.html > acesso em: 03/08/2008.