Sejam bem vindos ao Blog da Profª Sueli

" "Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente."

Rubem Alves

Páginas

terça-feira, 8 de abril de 2008

História da moeda


O Banco Central do Brasil utiliza um espaço do seu site para relatar aos jovens as origens da moeda no Brasil e no mundo. Há uma seção exclusiva de textos para pesquisa escolar, onde se destacam a origem da moeda, do cifrão, do cheque e dos cartões de crédito. Também apresenta moedas do mundo junto com a cotação delas em real, ilustrações de máquinas de cunhar moedas e uma galeria virtual com reproduções de obras do acervo de arte do Banco Central.


Clique no título desta postagem e conheça a história de algo que anda em falta no meu bolso.

Voltei...

Infelizmente não consegui postar mensagens ontem, mas já estou de volta para preencher este vazio.

domingo, 6 de abril de 2008

Analfabeto Político

Queridos alunos... leiam e reflitam!


O Analfabeto Político

"O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão,
do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia
a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta,
o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
Nada é impossível de Mudar
"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem
sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."
Privatizado
"Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar.
É da empresa privada o seu passo em frente,
seu pão e seu salário. E agora não contente querem
privatizar o conhecimento, a sabedoria,
o pensamento, que só à humanidade pertence."

Bertold Brecht

sexta-feira, 4 de abril de 2008

História do Brasil

Quer conhecer um pouco mais sobre a História do Brasil Colonial.
Clique no título desta postagem e divirta-se.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Textos Histórios da Folha de São Paulo - Clique aqui!

É galera, buscar informação e transformá-la em conhecimento é o que faz a diferença neste mundo atribulado. Não seja um desmemoriado da História. Procure, seja curioso, leia, não se limite apenas a leitura que os outros lhe oferecem. Vá em busca de novas leituras, abra os horizentes e faça a diferença.

Leia alguns textos históricos publicados na Folha de São Paulo, mas não pare por aí, procure novas fontes.

Monumentos de São Paulo

Photographias é um projeto especial de pesquisa para resgatar imagens históricas da cidade de São Paulo. As fotos selecionadas fazem parte do acervo do Banco de Dados, centro de documentação jornalística da Folha de S.Paulo. No projeto são destacados vários monumentos da cidade de São Paulo.

As imagens selecionadas mostram algumas das obras mais importantes de Sampa.
As legendas das fotos, por sua vez, contam um pouco da história de cada um dos monumentos escolhidos em nossa pesquisa. (Folha de São Paulo)

Vale a pena conhecer... basta clicar no título desta postagem.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

+ Jânio Quadros - Clique aqui!


Histórias e frases do Jânio.. o rei da vassoura!


"Desinfeto porque nádegas indevidas se sentaram nela."
Obs.: Eleito prefeito de São Paulo em 1985, sobre a cadeira na qual o outro canditado, Fernando Henrique Cardoso, se sentara na véspera das eleições.
[ Jânio Quadros]


"Bebo-o porque é líquido, se fosse sólido comê-lo-ia. "
Obs.: Jânio em uma de suas frases memoráveis; pronunciou-a quando era presidente.
[ Jânio Quadros]


"Nesta data e por este instrumento, deixando com o ministro da Justiça as razões do meu ato, renuncio ao mandato de presidente da república."
[ Jânio Quadros]


"Limpem o País. Poderá ser tarde para nós, mas não o será para os nossos filhos. Vocês têm agora um gigante, que convida vocês todos para a verdadeira guerra democrática."
[ Jânio Quadros]


"O povo será a um tempo minha bússola e o meu destino." [ Jânio Quadros]

"Fi-lo porque qui-lo!"
Obs.: Frase atribuída ao ex-presidente Jânio da Silva Quadros. Numa entrevista mais tarde, ele afirmou que tal frase está incorreta gramaticalmente (o que é verdade) e, se a dissesse, diria: 'Fi-lo porque o quis'.
[ Jânio Quadros]

JÂNIO QUADROS

Atendendo a solicitação do futuro presidente ou ditador do Brasil, meu querido aluno João Paulo - 8ª "B", estou postando algumas informações sobre Jânio Quadros.

Basta clicar no título desta postagem João e demais visitantes.

Contribuição do dia - Centenário da Imigração Japonesa



Para homenagear os meus herdeiros, estou socializando a linha do tempo do centenário da imigração japonesa no Brasil. Graças ao processo de imigração japonesa sou mãe dessas preciosidades da foto.

Linha do Tempo
A Linha do Tempo da Imigração Japonesa Desde o início da imigração japonesa no Brasil, que tem como marco a chegada do navio Kasato Maru, em Santos, no dia 18 de junho de 1908, os imigrantes japoneses obtiveram muitas conquistas e vitórias, superando inúmeras dificuldades. Confira abaixo a Linha do Tempo da Imigração Japonesa, desde 1908 à 1997.

18 de junho, 1908 Chegada do navio Kasato Maru, em Santos. Do porto de Kobe a embarcação trouxe, numa viagem de 52 dias, os 781 primeiros imigrantes vinculados ao acordo imigratório estabelecido entre Brasil e Japão, além de 12 passageiros independentes.

Fevereiro, 1911 Os primeiros lotes adquiridos por imigrantes japoneses, a partir do projeto de colonização Monções, localizavam-se na vizinhança da Estrada de Ferro Sorocabana, junto à estação Cerqueira César.
Março, 1912 O Estado de São Paulo doa terras, na região de Iguape, onde famílias de imigrantes são assentadas, a partir do contrato de colonização firmado entre uma empresa japonesa e o governo paulista,.

Agosto, 1913 Chegam ao Brasil 107 imigrantes para trabalhar no garimpo, em Minas Gerais. Foram os únicos imigrantes japoneses da história a trabalharem com mineração.

Março, 1914 O governo estadual avisou à Companhia da Imigração que não mais subsidiaria a viagem de japoneses para o Brasil, já que a situação do Estado era desfavorável. Na época, o contingente de trabalhadores japoneses no Estado de São Paulo já estava por volta de 10 mil pessoas.
ADAPTAÇÃO CULTURAL

1918 As irmãs Kumabe, alunas da Escola Normal do Rio de Janeiro, são as primeiras duas professoras oficiais saídas da comunidade.

1923 O primeiro dentista de origem japonesa forma-se na Escola de Odontologia de Pindamonhangaba. Surgem polêmicas sobre os imigrantes, povo exótico no país. Tanto no âmbito executivo como no legislativo surgem opiniões a favor e contra a entrada de novos imigrantes japoneses
1932 Segundo dados do Consulado Geral do Japão em São Paulo mostram que a comunidade nikkei, na época, era composta por 132.689 pessoas. A maior concentração de pessoas nas colônias situava-se ao longo da linha Noroeste da Companhia Paulista de Ferrovias. Desse total, 90% dedicava-se à agricultura.

1938 No ano antecedente ao início da II Guerra Mundial, o Governo Federal começou a restringir as atividades culturais e educacionais dos imigrantes. As comunidades oriundas dos países integrantes do Eixo Roma-Berlim-Tóquio começaram a sentir os sintomas do conflito.

1940 A circulação de todas as publicações em japonês é proibida. No ano seguinte, chegaram às últimas correspondências do Japão. Até o fim da guerra, os japoneses viveram um período de rigorosas restrições, inclusive com o confisco de seus bens.

1948 O primeiro nikkei a ocupar um cargo eletivo em uma capital é Yukishige Tamura, eleito vereador em São Paulo. O clima de paz e harmonia volta a reinar, aos poucos, nas relações entre descendentes japoneses e a sociedade brasileira.

1949 O comércio entre Brasil e Japão é promovido por meio de um acordo bilateral. O Governo Federal anunciou, um ano depois, a liberação dos bens confiscados dos imigrantes dos países do Eixo.

1951 As empresas japonesas, encorajadas, começam a planejar investimentos no Brasil. Cinco mil famílias imigrantes são autorizadas, pelo governo brasileiro, a entrar no país.

1958 O príncipe Mikasa, irmão do imperador Hirohito, visita o Brasil para participar das festividades do cinqüentenário da imigração japonesa. O número de japoneses e descendentes no país somavam 404.630 pessoas.

1962 A integração social e política dos brasileiros descendentes de japoneses é cada vez mais acentuada. Seis nisseis são escolhidos nas urnas: três para a Câmara Federal – Minoru Miyamoto, do Paraná; João Sussumu Hirata e Yukishige Tamura, de São Paulo – e três para a Assembléia Legislativa de São Paulo – Ioshifumi Utiyama, Antônio Morimoto e Diogo Nomura).

1964 A sede da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa - Bunkyo é inaugurada na Rua São Joaquim, em São Paulo.

1967 O casal imperial visita o Brasil pela primeira vez. Na recepção ao príncipe herdeiro Akihito e a princesa Michiko, a comunidade nikkei lota o estádio do Pacaembu, em São Paulo.

1973 Chega em Santos, São Paulo, o navio Nippon Maru, último a transportar imigrantes japoneses. 1978 A imigração japonesa no Brasil festeja 70 anos. O casal imperial Akihito e Michiko participou das festividades e, novamente, a comunidade lota o Pacaembu. No mesmo ano, a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa – Bunkyo - inaugura, em São Paulo, o Museu da Imigração Japonesa no Brasil.

1978~1987 A integração consolida a nova identidade dos nikkeis. Tendo como tema o Japão e seus imigrantes, surgem a partir da década de 70, as primeiras obras literárias de vulto escritas por nikkeis, entre elas: Japão Passado e Presente, de José Yamashiro (1978); História dos Samurais, também de Yamashiro (1982); O Imigrante Japonês, de Tomoo Handa (1987).
1988 Com a presença do príncipe Aya, filho de Akihito, é comemorado o 80º aniversário da imigração japonesa no Brasil. Década de 90 Em meados de 1988 surge o fenômeno dekassegui. A ida de milhares de japoneses e descendentes do Brasil para o Japão atinge o auge no início dos anos 90.

1991 A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa – Bunkyo promove, naquele ano, o "Simpósio sobre o fenômeno dekassegui". No ano seguinte, foi criado o CIATE – Centro de Informações e Apoio aos Trabalhadores no Exterior – com a colaboração do Ministério do Trabalho do Japão. Esse serviço funciona até hoje, e tem sua sede no prédio da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

1992 Com personagens descendentes de japoneses e abordando o fenômeno dekassegui, é lançado Sonhos Bloqueados, da professora Laura Hasegawa. é a primeira obra literária de ficção escrita por uma nikkei.

1995 Comemorou-se, neste ano, o centenário do tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão. A princesa Norinomiya, filha de Akihito, já então imperador do Japão, veio prestigiar as festividades.

1997 A comunidade nikkei emociona-se mais uma vez com a visita do casal imperial japonês, que permaneceu no país por dez dias.

Conheça um pouco mais sobre esta história clicando no site abaixo:
http://www.centenario2008.org.br/principal.php?c=imigracao

Fonte: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil

terça-feira, 1 de abril de 2008

Curiosidades sobre o 1º de Abril e a História do Brasil


O primeiro de abril é conhecido popularmente como o Dia da Mentira, e isso se enraizou no imaginário popular de tal forma que as chamadas pegadinhas, nesse dia, são freqüentes. O que você pensaria se lhe dissesse que o Congresso Nacional foi fechado, as garantias constitucionais e individuais foram suspensas, mandatos foram caçados e direitos políticos suspensos, o presidente será eleito indiretamente e a imprensa está sendo fortemente censurada? Que grande mentira! Você me afirmaria com toda certeza. Mas coincidência ou não, foi o que aconteceu na história recente brasileira. Estou me referindo ao Golpe Militar de 64, deflagrado na noite de 31 e efetivado em primeiro de abril de 1964, levando o Brasil a suportar aproximadamente 21 anos de Ditadura Militar. No contexto internacional, da época, o nazismo alemão, o fascismo italiano e o militarismo japonês haviam sido derrotados pelos aliados. Logo, as forças fascistas, que cresciam no Brasil, em particular dentro do exército, perderam espaço para o conservadorismo “democrático” que a burguesia tradicional tanto desejava manter. Além disso, União Soviética e Estados Unidos saíram vitoriosos da guerra, cada um, porém, seguindo um caminho diferente do outro. Os EUA, defendendo a propriedade, o capitalismo e a liberdade como balizas fundamentais do crescimento econômica. Já a ex-URSS tinha sua ideologia solidificada no comunismo, buscando a horizontalidade nas relações econômicas e sociais, algo totalmente diverso do que o american way of life pregaria a partir da década de 50. Isto fez com que o mundo se dividisse, ao menos imaginariamente, em dois blocos: uns países do lado dos Estados Unidos e seus dogmas capitalistas e outros, de maior proximidade ao poderio comunista da então União Soviética. E o Brasil, com seu papel estratégico na América do Sul, tinha a obrigação de se posicionar. Assim, Washington fez de tudo para trazer os brasileiros para junto de suas convicções e anseios. A campanha do comunismo como o monstro e causa de todos os males estava colocada e foi levada à exaustão pela mídia durante aqueles anos, apoiada por políticos e militares. Isso tanto é verdade e solidificou-se de tal maneira que no Brasil o medo dos ideais igualitários se tornou algo por demais assustador. De tão arraigado, qualquer um que cismar em falar de comunismo já será visto de forma estigmatizada e julgada sob pré-conceitos capitalistas ocidentais desprovidos de reflexão dialética, mesmo hoje em dia, com supostos ares democráticos nos embalando. O presidente João Goulart implantou as reformas de base que alterariam as relações econômicas e sociais no país, levando a uma mobilização das massas trabalhadoras em torno do projeto. Isso fez com que o empresariado, parte da Igreja Católica, a oficialidade militar e os partidos de oposição, liderados pela União Democrática Nacional (UDN) e pelo Partido Social Democrático (PSD), a denunciar a preparação de um golpe comunista, com a participação do presidente. Além disso, responsabilizam-no pela carestia e pelo desabastecimento. No dia 13 de março de 1964, o governo promove grande comício em frente da estação ferroviária Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em favor das reformas de base. Os conservadores reagem com uma manifestação em São Paulo, a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em 19 de março. A tensão cresce. No dia 31 de março, tropas saídas de Minas Gerais e São Paulo avançam sobre o Rio, onde o governo federal conta com o apoio de setores importantes da oficialidade e das Forças Armadas. Para evitar a guerra civil, Goulart abandona o país e refugia-se no Uruguai. No dia 1º de abril, o Congresso Nacional declara a vacância da Presidência. Os comandantes militares assumem o poder. A partir de então o Brasil passará por um extenso período de violenta repressão, que durou aproximadamente 21 anos. O período caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política, tortura, desaparecimentos e repressão aos que eram contra o regime militar. Portanto, após tomar consciência dessa página triste da História brasileira, não consigo receber o primeiro de abril como simplesmente o Dia da Mentira e, muito menos, sem realizar reflexões ou mesmo questionamentos acerca do Regime Militar e suas conseqüências para a época e, principalmente, para a atualidade, sejam elas na área econômica, política, cultural ou social.

Fonte: http://br.geocities.com/genilsonnolasco/2artigos.html > acesso em 01/04/2008.